00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) IP - INSTITUTO DE PSICOLOGIA Dissertações e Teses defendidas na UFAL - IP
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Andrade, Cleyton Sidney de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7695703525594115pt_BR
dc.contributor.referee1Rocha, Guilherme Massara-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9372630883932920pt_BR
dc.contributor.referee2Teixeira, Antônio Márcio Ribeiro-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7074655967028037pt_BR
dc.contributor.referee3Lang, Charles Elias-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9214424331247714pt_BR
dc.creatorAssunção, Isadora Veiga de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4615613748819281pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-03T17:36:26Z-
dc.date.available2026-02-02-
dc.date.available2026-02-03T17:36:26Z-
dc.date.issued2024-06-27-
dc.identifier.citationASSUNÇÃO, Isadora Veiga de. “Cantar como quem fala”: a invenção singular de João Gilberto. 2026. 123 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Programa de Pós-graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17640-
dc.description.abstractThis work begins with the listening ofJoão Gilberto’s sound. When listening to him, we observe that his way of putting the words in the song, like somebody who “speaks by signing”, along with the way he played his guitar inseparable from himself, display his fundamentalsingularity point, wich is named like his “song gesture”. We willsee that this is founded in João Gilberto’s constant search of “life sounds” and the music essence that, to him, it would be in the best way to say it. Faced with a wandering life, his sound search – and its subsequente execution in the voice-guitar format – gave him a place to exist by taking refuge in his music. “Singing like someone who speaks” it seems to show his speech condition; while the guitar seems to have been the instrument trough wich he was able to give consistency to his body. This research is built around this song gesture, looking into the questions concerning how João Gilberto constructs such a gesture, why he does it, and, when he does it, what he could effectively touch with this gesture. The hypothesis raised here is that his way of making music indicates a treatment of word through song, touching on an inaugural point in language in wich music precedes speach itself. When we think about his music inventions, we can see him as someone who took back something that remains in the music and speech management; and, when he does it, along his phonic games, he was able to operate his unique approach that maintained him throughout his life.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGilberto, João,1931-2019pt_BR
dc.subjectCanto-falado (Música)pt_BR
dc.subjectGestocancionalpt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.subjectSpoken-song (Music)pt_BR
dc.subjectGesturept_BR
dc.subjectPsychologypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.title“Cantar como quem fala”: a invenção singular de João Gilbertopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoEste trabalho parte da escuta do som de João Gilberto. Ao escutá-lo, observamos que a sua forma de colocar a palavra na canção como quem “fala cantando”, junto à forma como tocou seu violão indissociável de si, exibem seu ponto de singularidade fundamental, aqui nomeado de seu “gesto cancional”. Veremos que este se funda em uma busca constante de João Gilberto pelos “sons da vida” e pela essência de uma canção que, para ele, estaria no melhor modo de dizê-la. Diante de uma vida errante, a busca pelos sons – e sua posterior execução no formato voz-violão – forneceu-lhe uma forma de existir refugiando-se em sua música. “Cantar como quem fala” parece exibir sua condição de fala; ao passo que o violão parece ter sido o instrumento através do qual ele pôde dar consistência ao seu corpo. Essa pesquisa se constrói em torno desse gesto cancional, debruçando-se sobre as questões de como João Gilberto constrói tal gesto, por que o faz e, quando o faz, o que ele fora capaz de efetivamente tocar. A hipótese aqui levantada é de que esse modo de musicar aponta um tratamento que ele deu à palavra pela canção, tocando um ponto inaugural da linguagem em que a música é anterior à própria fala. Ao pensarmos em suas invenções singulares no campo musical, podemos vê-lo como alguém que retomou algo de uma sonoridade que reside no manejo entre música e fala; e, ao fazê-lo, através dos seus jogos fônicos, pôde operar seu recorte singular que o manteve ao longo de sua vida.pt_BR
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