00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) ICHCA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES Dissertações e Teses defendidas na UFAL - ICHCA
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Bueno, Taynam Santos Luz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0841545514343407pt_BR
dc.contributor.referee1Theobaldo, Maria Cristina-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8561299541656407pt_BR
dc.contributor.referee2Kontic, Sacha Zilber-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5253901262942631pt_BR
dc.creatorRamos, Priscila Laiz de Sousa-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/2478193289050741pt_BR
dc.date.accessioned2026-01-29T14:17:56Z-
dc.date.available2026-01-23-
dc.date.available2026-01-29T14:17:56Z-
dc.date.issued2025-02-20-
dc.identifier.citationRAMOS, Priscila Laiz de Sousa. A descoberta do novo mundo em Montaigne: uma leitura Dos Canibais. 2026. 102 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17576-
dc.description.abstractThe aim of this paper is to reflect on the discovery of the New World from Montaigne's perspective in the mid-sixteenth century and to elucidate how the author thought about Brazilian cannibals in his essay “Dos Canibais” (I, xxxi). It is important to say that in this research we take the position that Montaigne would have read the accounts present in travel literature, in addition to the source that the author mentions in his work. This position is endorsed by commentators such as Lestringant (2006), Souza Filho (2006), Birchal (2007) and Scolarick (2016). That's why we think it's important to make an assessment of the travel literature that was in force at the time of the discovery, which is very important for the making of the essays “Dos canibais” (I, xxxi), so that we have an idea of how the image of the indigenous was being formed by the literature of the time. We will recall the concepts of barbarian and savage that were so widely circulated in 16th century European society and disseminated throughout the literary, intellectual and cultural world. These narratives end up constructing an image of the Brazilian native that Montaigne does not agree with and the author ends up giving another, less aggressive and violent meaning to the image of the Brazilian natives. We will also look at the philosopher's and commentators' impressions of morality and war in native society. We will also look at the meeting between the Brazilian natives and King Charles IX and what led the author to write this account in his essay. In the context of the Montaignian discourse, we will reflect on the skepticism within it and its influence on the author's essay dedicated to the discovery of a New World and new peoples. To do this, we will make a brief historical digression about Pyrrhic skepticism and academic skepticism so that it is possible to understand how they appear in the author's thinking and, consequently, give the go-ahead for the appearance of his criticism of the colonizers.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMontaigne, Michel, 1533-1592. Dos Canibaispt_BR
dc.subjectDos Canibais - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectNovo mundopt_BR
dc.subjectEnsaiospt_BR
dc.subjectCeticismopt_BR
dc.subjectCannibals - Criticism and Interpretationpt_BR
dc.subjectNew Worldpt_BR
dc.subjectEssayspt_BR
dc.subjectSkepticispt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
dc.titleA descoberta do novo mundo em Montaigne: uma leitura Dos Canibaispt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoEste trabalho tem como objetivo refletir sobre a descoberta do Novo Mundo sob a óptica de Montaigne em meados do século XVI e elucidar a forma como o autor pensou os canibais brasileiros em seu ensaio “Dos Canibais” (I, xxxi). É importante dizer que nesta pesquisa tomamos a posição segundo a qual Montaigne teria lido os relatos presentes na literatura de viagens, além da fonte que o autor menciona em sua obra. Tal posição é endossada por comentadores tais como Lestringant (2006), Souza Filho (2006), Birchal (2007) e Scolarick (2016). Por isso pensamos que seja importante fazer uma avaliação da literatura de viagens que vigorou na época do descobrimento, e que é muito importante para a própria confecção dos ensaios “Dos canibais” (I, xxxi), para que tenhamos uma noção de como estava sendo formada a imagem do indígena pela literatura da época. Relembraremos os conceitos de bárbaro e selvagem que são tão circulados pela sociedade europeia do século XVI e difundido pelo mundo literário, intelectual e cultural. Estas narrativas acabam construindo uma imagem do nativo brasileiro que Montaigne não compactua e o autor acaba dando um outro sentido, menos agressivo e violento para a imagem dos indígenas brasileiros. Visitaremos também as impressões do filósofo e comentadores a respeito da moral e guerra na sociedade nativa. Além de olhar para o encontro entre os nativos brasileiros e o rei Carlos IX e o que teria levado o autor a escrever este relato em seu ensaio. No contexto do discurso montaigniano, refletiremos a respeito do ceticismo em seu interior e a influência deste no ensaio do autor dedicado à descoberta de um Novo Mundo e de novos povos. Para isso, faremos uma breve digressão histórica acerca do ceticismo pirrônico e do ceticismo acadêmico para que seja possível entender como estes aparecem no pensamento do autor e, consequentemente, dê o aval para o aparecimento de sua crítica aos colonizadores.pt_BR
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