Repositório Institucional da Universidade Federal de Alagoas (RIUFAL) 00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) ICF - INSTITUTO DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) - GRADUAÇÃO - ICF Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) - Bacharelado - FARMÁCIA - ICF
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Santos Junior, Gerson Gomes dos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3816250344913144pt_BR
dc.contributor.referee1Gonçalves, Maria das Graças Leopardi-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-2333-3903pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7151373247056041pt_BR
dc.contributor.referee2Paiva, Arthur Maia-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-8654-7167pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0107856304620695pt_BR
dc.creatorVieira, Anderson Cristian Pereira-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6460923566947841pt_BR
dc.date.accessioned2026-10-28T17:33:22Z-
dc.date.available2026-10-28-
dc.date.available2026-10-28T17:33:22Z-
dc.date.issued2025-05-29-
dc.identifier.citationVIEIRA, Anderson Cristian Pereira. Uso de inibidores da bomba de prótons e desenvolvimento da doença de Alzheimer (DA): uma revisão da literatura. 2026. 71 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Farmácia) – Instituto de Ciências Farmacêuticas, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/18755-
dc.description.abstractIntroduction. In the late 20th century, proton pump inhibitors (PPIs) began to be marketed as part of the treatment and prevention of gastrointestinal diseases, such as ulcers, gastritis and gastroesophageal reflux (GERD), with the promise of complete and long-lasting acid suppression that allows use in a single daily dose. Since then, they have become some of the most prescribed agents in outpatient and inpatient settings worldwide. However, safety concerns have arisen regarding the use of proton pump inhibitors (PPIs) based on the risk of dementia, mainly Alzheimer's disease (AD), due to possible side effects occurring after crossing the blood-brain barrier or due to the possibility of these drugs impairing the absorption of vitamin B12 and iron. Objective. To review the most recent scientific literature to establish a possible relationship between the use of PPIs and the increased risk of developing Alzheimer's disease (AD). Methodology. The electronic databases of PubMed, ScieLO, and Google Scholar were searched, where studies published in the last 6 years were selected, limited to randomized clinical trials (RCTs), systematic reviews, meta-analyses, and pertinent cohort studies. The aim was to synthesize the evidence accumulated over this period. Results. Ten articles were included in this review, five of which were systematic reviews, two were meta-analyses, one was a randomized, double-blind clinical trial, and two were cohort studies, which presented the relative risk of PPI use in relation to the development of Alzheimer's disease (AD) and in relation to vitamin B12 and iron deficiency generated by the chronic use of this class of drugs. Conclusion. In summary, no statistically significant or clinically significant association was found between the use of PPIs and the development of dementia from all known causes or Alzheimer's disease (AD) specifically. Overall, the evidence was classified as very low quality.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCurso de Fármacia - Bachareladopt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInibidores da bomba de prótonspt_BR
dc.subjectInibidores químicos - Prótonspt_BR
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectDemênciapt_BR
dc.subjectDeficiência de Vitamina B12pt_BR
dc.subjectDeficiências de ferropt_BR
dc.subjectProton pump inhibitorspt_BR
dc.subjectChemical inhibitors - Protonspt_BR
dc.subjectAlzheimer's diseasept_BR
dc.subjectDementiapt_BR
dc.subjectVitamin B12 Deficiencypt_BR
dc.subjectIron deficienciespt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIApt_BR
dc.titleUso de inibidores da bomba de prótons e desenvolvimento da doença de Alzheimer (DA): uma revisão da literaturapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.description.resumoIntrodução. No final do século XX, os inibidores da bomba de prótons (IBPs) começaram a ser comercializados como parte do tratamento e prevenção de doenças gastrointestinais, como úlceras, gastrite e refluxo gastroesofágico (DRGE), com a promessa de supressão ácida completa e duradoura que permite o uso em uma única dose diária. Desde então, se tornaram alguns dos agentes mais prescritos em ambientes ambulatoriais e hospitalares em todo o mundo. Porém, surgiram preocupações de segurança quanto ao uso dos inibidores de bomba de prótons (IBPs) com base no risco de demência, principalmente a doença de Alzheimer (DA), devido aos possíveis efeitos colaterais ocorridos após atravessarem a barreira hematoencefálica ou devido à possibilidade desses fármacos prejudicarem a absorção da vitamina B12 e ferro. Objetivo. Revisar a literatura científica mais recente para estabelecer uma possível relação entre o uso dos IBPs e o aumento do risco para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer (DA). Metodologia. Foram pesquisadas as bases de dados eletrônicos do PubMed, ScieLO, Google Acadêmico, onde foram selecionados estudos publicados nos últimos 6 anos, limitando-se a ensaios clínicos randomizados (RCTs), revisões sistemáticas, metanálises e estudo de coorte pertinente. Objetivou-se, dessa forma, realizar uma síntese das evidências acumuladas ao longo desse período. Resultados. Foram incluídos dez artigos nesta revisão, cinco foram revisões sistemáticas, duas metanálises, um ensaio clínico randomizado e duplo-cego e dois estudos de coorte, no qual apresentaram o risco relativo da utilização dos IBPs em relação ao desenvolvimento da Doença de Alzheimer (DA) e em relação ao déficit vitamínico de B12 e ferro gerados pela utilização crônica dessa classe de fármacos. Conclusão. Em resumo, não foi encontrada nenhuma associação estatisticamente significativa ou clinicamente significativa entre o uso dos IBPs e o desenvolvimento da demência de todas as causas conhecidas ou da doença de Alzheimer (DA) especificamente. No geral, a evidência foi classificada como de qualidade muito baixa.pt_BR
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