00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Dissertações e Teses defendidas na UFAL - FANUT
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Bueno, Nassib Bezerra-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5369978028432392pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Melo, Ingrid Sofia Vieira de-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4727408608738222pt_BR
dc.contributor.referee1Bádue, Gabriel Soares-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7142061431911963pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Juliana Célia de Farias-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1127749663089429pt_BR
dc.creatorSantos, João Victor Laurindo dos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1214324991140681pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-26T13:42:33Z-
dc.date.available2026-02-25-
dc.date.available2026-02-26T13:42:33Z-
dc.date.issued2025-02-27-
dc.identifier.citationSANTOS, João Victor Laurindo dos. Associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e desfechos de saúde mental: análises secundárias de ensaios clínicos. 2026. 77 f. Dissertação (Mestrado em Nutrição) – Faculdade de Nutrição, Programa de Pós-graduação em Nutrição, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17809-
dc.description.abstractMental health is an essential component of overall well-being, and its relationship with the consumption of ultra-processed foods (UPF) has gained significant attention in research. This dissertation, composed of two articles, explored this relationship in different population groups, aiming to fill gaps in the literature. The first article, titled "Association between the consumption of ultra-processed foods and cognitive performance among adolescents from underdeveloped cities in Brazil," aimed to evaluate the association between cognitive performance and UPF consumption in adolescents residing in cities in the interior of northeastern Brazil. The study included 116 adolescents, with an average age of 14 years, of whom 50 (43.1%) exhibited low cognitive performance. The average energy intake was 1973.5 kcal, with 24.2% coming from UPF. Participants with low cognitive performance consumed 26.5% (95% CI: [22.2; 30.7] %) of their daily energy intake from UPF, compared to 22.5% (95% CI: [18.8; 26.2] %) in those with medium-high cognitive performance (P = 0.17). No significant differences in total energy and macronutrient intake were observed between the groups. Although UPF consumption was similar to the Brazilian average, no significant association was found between UPF consumption and cognitive performance in this sample of low-income adolescents. The second article, titled "Association between UPF consumption and generalized anxiety disorder in adults with obesity seeking weight loss," aimed to evaluate the relationship between symptoms of generalized anxiety disorder (GAD) and UPF consumption in adults with obesity attempting to lose weight. This cross-sectional study included 148 adults (19- 59 years) recruited from a Brazilian university. Food consumption was assessed using three 24-hour recalls, classified according to the NOVA classification. GAD was measured using the Generalized Anxiety Disorder 7 (GAD-7) scale. Linear regression models adjusted for confounding factors, such as sex, age, economic status, and physical activity, were used to analyze the association between anxiety symptoms and UPF consumption. Higher GAD-7 scores were associated with greater UPF consumption (β = 0.445%; 95% CI: 0.042%–0.849%; p = 0.031), which accounted for 22.8% of total energy intake. No significant association was found between anxiety and the consumption of sodium, sugar, or saturated fat. Adults with obesity seeking weight loss who exhibited higher anxiety symptoms consumed more UPF, suggesting a relationship between anxiety and eating patterns. This indicates that emotional state may influence food choices in this group. In summary, UPF consumption impacts each group differently: in low-income adolescents, no relationship was found with cognitive performance, but a link was observed with higher anxiety symptoms in adults with obesity. Contextual and individual factors play a crucial role in this relationship, and longitudinal studies are necessary to better understand the causalities and mechanisms involved.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Nutriçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectConsumo alimentarpt_BR
dc.subjectAlimentos ultraprocessadospt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectTranstorno da ansiedadept_BR
dc.subjectDistúrbios da cogniçãopt_BR
dc.subjectFood Intakept_BR
dc.subjectUltra-Processed Foodspt_BR
dc.subjectMental Healthpt_BR
dc.subjectAnxiety disorderpt_BR
dc.subjectCognitive disorderspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
dc.titleAssociação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e desfechos de saúde mental: análises secundárias de ensaios clínicospt_BR
dc.title.alternativeAssociation between the consumption of ultra-processed foods and mental health outcomes: secondary analyses of clinical trialspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoA saúde mental é um componente essencial do bem-estar geral, e sua relação com o consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) tem ganhado grande destaque nas pesquisas. Esta dissertação, composta por dois artigos, investigou essa relação em diferentes grupos populacionais, com o objetivo de preencher lacunas na literatura. O primeiro artigo, intitulado "Associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e o desempenho cognitivo entre adolescentes de cidades subdesenvolvidas no Brasil", teve como objetivo avaliar a associação entre o desempenho cognitivo e o consumo de AUP em adolescentes residentes em cidades do interior do Nordeste brasileiro. O estudo incluiu 116 adolescentes, com uma idade média de 14 anos, dos quais 50 (43,1%) apresentaram baixo desempenho cognitivo. A ingestão energética média foi de 1973,5 kcal, com 24,2% proveniente de AUP. Os participantes com baixo desempenho cognitivo consumiram 26,5% (IC95%: [22,2; 30,7] %) da ingestão energética diária proveniente de AUP, comparado a 22,5% (IC95%: [18,8; 26,2] %) daqueles com desempenho cognitivo médio-alto (P = 0,17). Não foram observadas diferenças significativas na ingestão total de energia e macronutrientes entre os grupos. Embora o consumo de AUP tenha sido semelhante à média brasileira, não foi encontrada uma associação significativa entre o consumo de AUP e o desempenho cognitivo nesta amostra de adolescentes de baixa renda. O segundo artigo, intitulado "Associação entre o consumo de AUP e o transtorno de ansiedade generalizada em adultos com obesidade buscando perda de peso", teve como objetivo avaliar a relação entre os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e o consumo de AUP em adultos com obesidade que buscavam perder peso. O estudo transversal incluiu 148 adultos (19-59 anos) recrutados de uma universidade brasileira. O consumo alimentar foi avaliado por meio de três recordatórios de 24 horas, classificados de acordo com a classificação NOVA. O TAG foi medido utilizando a Escala de Transtorno de Ansiedade Generalizada 7 (GAD-7). Modelos de regressão linear ajustados para fatores de confusão, como sexo, idade, status econômico e nível de atividade física, foram utilizados para analisar a associação entre os sintomas de ansiedade e o consumo de AUP. Escores mais elevados no GAD-7 foram associados a maior consumo de AUP (β = 0,445%; IC95%: 0,042%–0,849%; p = 0,031), representando 22,8% da ingestão energética total. Não foi encontrada uma associação significativa entre a ansiedade e o consumo de sódio, açúcar ou gordura saturada. Adultos com obesidade buscando perda de peso e com sintomas mais elevados de ansiedade consumiram mais AUP, sugerindo uma relação entre ansiedade e padrões alimentares. Isso indica que o estado emocional pode influenciar as escolhas alimentares neste grupo. Em resumo, o consumo de AUP impacta de forma diferente cada grupo: em adolescentes de baixa renda, não houve relação com o desempenho cognitivo, mas foi associado a maiores sintomas de ansiedade em adultos com obesidade. Fatores contextuais e individuais desempenham um papel crucial nesta relação, e estudos longitudinais são necessários para entender melhor as causalidades e os mecanismos envolvidos.pt_BR
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