00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) ICBS - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Dissertações e Teses defendidas na UFAL - ICBS
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dc.contributor.advisor1Lima, Luiz Rodrigo Augustemak de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9155840708006766pt_BR
dc.contributor.referee1Araujo, Gustavo Gomes de-
dc.contributor.referee2Costa, Christefany Regia Braz-
dc.creatorSantos, Caio César da Silva Moura-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1642269777054518pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-03T14:40:44Z-
dc.date.available2026-02-03-
dc.date.available2026-02-03T14:40:44Z-
dc.date.issued2025-02-26-
dc.identifier.citationSANTOS, Caio César da Silva Moura. Associações direta e indireta da atividade física e ângulo de fase em adolescentes vivendo com HIV: papel moderador da aptidão física. 2026. 92 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17631-
dc.description.abstractIntroduction: HIV infection and combination antiretroviral therapy (ART) may lead to metabolic and cardiovascular alterations in adolescents. Evidence suggests that these individuals have limited habitual physical activity, which may worsen health outcomes. However, there is a need to understand the role of aerobic and muscular fitness, as well as body composition. Objective: To assess the relationship between physical activity levels and phase angle (PhA) and to investigate the mediating and moderating effects of physical fitness on this relationship in adolescents living with HIV. Method: This was an observational, cross-sectional study conducted with adolescents (aged 10 to 18 years) diagnosed with HIV and receiving care at a referral hospital in Maceió-AL, Brazil. Physical activity was assessed using the PAQ-C questionnaire, and PhA was calculated based on resistance and reactance obtained through tetrapolar bioelectrical impedance analysis. Aerobic fitness, muscle strength, and body composition variables (Muscle Cross-Seccional Area [MCSA] and body fat percentage) were assessed through a submaximal step test, handgrip strength test, and anthropometric measurements, respectively. Data were analyzed using linear correlation analyses, simple and multivariate linear regressions, and mediation and moderation analyses, with significance set at p<0.05. Results: A total of 47 adolescents participated (mean age: 14.4 ± 2.2 years), with 25 (53.2%) being female. Of the total, 29 (61.7%) had inadequate PhA values (<5.0º), with a higher prevalence among females (n = 19; 65.5%). A correlation was observed between physical activity scores and PhA (r = 0.39; p = 0.01), even in models adjusted for sex, age, sexual maturation, viral load, CD4+ T lymphocytes, and type of cART (β = 1.087; p = 0.001). When stratified by sex, the adjusted models showed significance in both females (β = 0.645; p = 0.022) and males (β = 1.627; p = 0.005). In the moderation analysis, physical fitness variables did not significantly influence the relationship. However, considering conditional effects, high levels of muscle strength showed a significant effect on the relationship between physical activity levels and PhA (β = 1.0537; p = 0.0024). VO2 Peak had significant effects in the low (β = 0.6153; p = 0.0428), intermediate (β = 0.7847; p = 0.0022), and high (β = 0.9913; p = 0.0039) aerobic fitness strata. Body fat percentage showed significant effects in very low (β = 0.7304; p = 0.0391), intermediate (β = 0.7557; p = 0.0073), and high (β = 0.8032; p = 0.0229) strata, while AMA had significant effects in intermediate (β = 0.7186; p = 0.0065) and high (β = 1.0488; p = 0.0052) strata. Conclusion: There is a direct and significant association between physical activity and PhA, independent of confounding factors. In adolescents living with HIV, aerobic and muscular fitness, as well as body composition (body fat percentage and AMA), partially moderate the relationship between physical activity and PhA through their conditional effects.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectAptidão físicapt_BR
dc.subjectÂngulo de fase (Impedância elétrica)pt_BR
dc.subjectHIVpt_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.subjectPhysical Activitypt_BR
dc.subjectPhysical Fitnesspt_BR
dc.subjectPhase Anglept_BR
dc.subjectAdolescentspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleAssociações direta e indireta da atividade física e ângulo de fase em adolescentes vivendo com HIV: papel moderador da aptidão físicapt_BR
dc.title.alternativeDirect and indirect associations of physical activity with phase angle in adolescents living with HIV: moderating role of physical fitnesspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A infecção pelo HIV e a terapia antirretroviral combinada (TARV) podem implicar alterações metabólicas e cardiovasculares de adolescentes. Evidências indicam limitada atividade física habitual destes indivíduos, o que pode agravar desfechos de saúde. Contudo, há necessidade de compreender o papel da aptidão aeróbica e muscular, bem como a composição corporal. Objetivo: Testar a relação do nível de atividade física com ângulo de fase e efeitos de mediação e moderação da aptidão física nesta relação em adolescentes que vivem com HIV. Método: Estudo observacional, do tipo transversal, com adolescentes (10 a 18 anos) com diagnóstico positiva ao HIV assistidos em Hospital de referência, Maceió-AL, Brasil. A atividade física foi avaliada por meio do questionário de atividade física para crianças (PAQC) e o ângulo de fase (AnF), calculado através da resistência e reatância obtidos pela bioimpedância elétrica tetrapolar. As variáveis da aptidão aeróbica, força muscular e composição corporal foram obtidas através de teste ergométrico de banco submáximo, teste de força de preensão manual, e medidas antropométricas (área muscular do braço {AMB} e o percentual de gordura corporal), respectivamente. Foram utilizadas análises de correlação linear, regressões lineares simples e multivariadas e análises de mediação e moderação assumindo p< 00,5. Resultados: Participaram 47 adolescentes, com 14,4 ± 2,2 de idade, sendo 25 (53,2%) do sexo feminino. Do total 29 (61,7%) apresentaram valores inadequados (< 5,0º) de AnF, sendo a maioria do sexo feminino (n = 19; 65,5%). Foi observada correlação entre escore de atividade física e AnF (r = 0,39; p = 0,01), inclusive em modelos ajustados por sexo, idade, maturação sexual, carga viral, linfócitos TCD4+ e tipo de TARV (β = 1,087; p = 0,001) e quando estratificada por sexo nos modelos ajustados (feminino: β = 0,645; p = 0,022; masculino: β = 1,627; p = 0,005). Na análise de moderação, as variáveis de aptidão física não influenciaram significativamente. No entanto, se tratando de efeitos condicionais, em elevados níveis de força muscular observou-se efeito significativo na relação entre nível de atividade física e ângulo de fase (β = 1,0537; p = 0,0024). O VO2 pico mostrou efeitos significativos no estrato de baixa aptidão aeróbica (β = 0,6153; p = 0,0428), intermediárias (β = 0,7847; p = 0,0022) e altas (β = 0,9913; p = 0,0039). O percentual de gordura corporal teve efeito significativo em estratos muito baixos (β = 0,7304; p = 0,0391), intermediários (β = 0,7557; p = 0,0073) e altos (β = 0,8032; p = 0,0229) e AMB mostrou efeito significativo em estratos intermediários (β = 0,7186; p = 0,0065) e altos (β = 1,0488; p = 0,0052). Conclusão: Existe associação direta e significativa entre atividade física e AnF, independentes de fatores de confusão. Em adolescentes HIV+, a aptidão aeróbica, muscular e composição corporal (percentual de gordura corporal AMB) modera parcialmente a relação entre atividade física e AnF em seus efeitos condicionais.pt_BR
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