00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) CEDU - CENTRO DE EDUCAÇÃO Dissertações e Teses defendidas na UFAL - CEDU
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Lima, Walter Matias-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0941145152986197pt_BR
dc.contributor.referee1Menezes, Anderson de Alencar-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3996757440963288pt_BR
dc.contributor.referee2Alves, Maria Dolores Fortes-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4130544132802418pt_BR
dc.contributor.referee3Matosq, Junot Cornélio-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4627841295680114pt_BR
dc.contributor.referee4Luna, Maria José de Matos-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4119578278951508pt_BR
dc.creatorMacedo, Francisco Rodrigues de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3744403796502235pt_BR
dc.date.accessioned2025-11-24T23:20:57Z-
dc.date.available2025-11-24-
dc.date.available2025-11-24T23:20:57Z-
dc.date.issued2025-09-08-
dc.identifier.citationMACEDO, Francisco Rodrigues de. O papel da filosofia na resistência pedagógica : uma análise crítica da educação escolar na sociedade pós-moderna. 2025. 169 f. Tese (Doutorado em Educação) – Centro de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17304-
dc.description.abstractPhilosophy, in this research, is not summoned as a mere technique, discipline, or tool, but as an ethical and unsettling presence inscribed in the educational experience as resistance. In times of symbolic depletion of the school, fragmentation of knowledge, and commodification of education, to philosophize is to sustain the possibility of the new; it is to open fissures in the automatism that reduces teaching to performance and learning to utility. This dissertation assumes philosophy as a foundational dimension of a pedagogical practice that refuses to align with logics of obedience and adaptation. From a qualitative, theoretical-critical perspective, the study develops a bibliographical and interpretative analysis grounded in classical and contemporary authors from critical philosophy of education. The aim is to interrogate the educational crisis in postmodern society and investigate how philosophy may represent resistance in this context. The work engages in dialogue with thinkers such as Paulo Freire, Hannah Arendt, Henry Giroux, Edgar Morin, Boaventura de Sousa Santos, Walter Kohan, Silvio Gallo, among others. It is structured around four thematic axes: (i) the school crisis in postmodern times; (ii) the critical and formative role of philosophy in education; (iii) pedagogical resistance as transformative praxis; and (iv) epistemic and aesthetic disobedience as an ethical-political principle. Based on this framework, the research proposes concrete educational experiences — including dialogical circles, interdisciplinary methodologies, active listening, and the inclusion of marginalized knowledge — as ways to re-enchant the school space. It concludes that philosophy must permeate school life not as content only, but as an act of listening, questioning, and ethical engagement. To resist, within the school, is also to philosophize. Thus understood, philosophy emerges as an ethical and political horizon of the educational act — and perhaps, as its last hope.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFilosofia da educaçãopt_BR
dc.subjectEducação Sociedade pós-modernapt_BR
dc.subjectPedagogia da resistênciapt_BR
dc.subjectPhilosophy of educationpt_BR
dc.subjectEducation - Post-modern societypt_BR
dc.subjectPedagogy of resistancept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.titleO papel da filosofia na resistência pedagógica: uma análise crítica da educação escolar na sociedade pós-modernapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.description.resumoA filosofia, no presente trabalho, é convocada não como técnica, disciplina ou ferramenta, mas como presença ética e inquietante que se inscreve na experiência educativa como resistência. Em tempos de esvaziamento simbólico da escola, fragmentação do saber e conversão da educação em mercadoria, pensar filosoficamente é sustentar a possibilidade do inédito, é abrir fissuras no automatismo que submete o ensinar ao desempenho e o aprender à utilidade. Esta tese assume, pois, a filosofia como dimensão fundante de um fazer pedagógico que se recusa a pactuar com a lógica da obediência e da adaptação. A investigação propõe um percurso teórico-crítico que interroga a crise da educação na sociedade pós-moderna e os modos pelos quais a filosofia pode significar resistência nesse contexto. A partir de uma abordagem qualitativa, de natureza teórico-filosófica, realiza-se uma análise bibliográfica densa que articula contribuições clássicas e contemporâneas da filosofia da educação, em especial aquelas comprometidas com a emancipação dos sujeitos e a justiça social. Dialoga-se com autores como Paulo Freire, Hannah Arendt, Henry Giroux, Edgar Morin, Boaventura de Sousa Santos, Walter Kohan, Silvio Gallo, entre outros, cujas contribuições permitiram delinear um campo de resistência ético-estético à racionalidade tecnocrática dominante. A tese percorre quatro eixos fundamentais: (i) a crise da escola diante da pós-modernidade; (ii) o papel crítico e formativo da filosofia na educação; (iii) a resistência pedagógica como práxis transformadora; (iv) e a desobediência epistêmica e estética como princípio ético-político. A partir dessas análises, propõem-se experiências educativas concretas, tais como rodas de diálogo, metodologias interdisciplinares, escuta ativa e valorização de saberes dissidentes, capazes de reencantar o espaço escolar. Conclui-se que a filosofia, longe de se limitar à sala de aula disciplinar, deve atravessar o cotidiano escolar como prática de escuta, dúvida e criação de sentido. Ao insistir no valor formativo da pergunta, na potência subversiva da escuta e na reinvenção do papel docente, a tese afirma que resistir, no interior da escola, é também filosofar. A filosofia, assim compreendida, emerge como horizonte ético e político do ato educativo — e, talvez, como sua última esperança.pt_BR
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