06 CAMPUS SERTÃO 01 - UNIDADE DELMIRO GOUVEIA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) - GRADUAÇÃO - UNIDADE DELMIRO GOUVEIA Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) - Graduação - LETRAS - LÍNGUA PORTUGUESA - UNIDADE DELMIRO GOUVEIA
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Silva, Fábia Pereira da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4258846779795319pt_BR
dc.contributor.referee1Costa, Januacele Francisca da-
dc.contributor.referee2Matias, Thiago Trindade-
dc.creatorDantas, Mayhara Vieira-
dc.date.accessioned2019-06-25T19:23:48Z-
dc.date.available2019-03-18-
dc.date.available2019-06-25T19:23:48Z-
dc.date.issued2018-09-20-
dc.identifier.citationDANTAS, Mayhara Vieira. Abreviaturas utilizadas no internetês: fatores fonológicos (e semânticos). 2018. 69 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa) - Unidade Delmiro Gouveia-Campus do Sertão, Universidade Federal de Alagoas, Delmiro Gouveia, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/5302-
dc.description.abstractAbbreviating words and linguistic expressions is one of the characteristics of internet, denomination given to the writing used on the internet. Such a form of writing has aroused conflicting opinions as to its use. One of the contrary statements is the conception that this writing is a form of degradation against the Portuguese, because it does not present an organization of formal structure. Therefore, our research aimed to investigate scientific explanations for the formation of this type of writing. Our research configures itself as descriptive, qualitative approach. We selected a corpus containing 39 abbreviations, taken in posts and comments written on social networks: Instagram, Facebook and the online chat extension of Facebook, Facebook Messenger and the Whatsapp message application. We use as a theoretical basis, studies in Phonology, with emphasis on the Autossegmental Phonological Model and its syllable conception, using Biondo (1993), Bisol (2010) and Silva (2012) and, to talk about the internet, Ávila; Cox (2008), Komesu (2007), Komesu; Tenani (2009) and Ribeiro (2006). In describing, analyzing and interpreting our object, it was possible to discover that there are regularities in the formation of abbreviations. We found four, these processes of creation / formation of th. Thus, we conclude that such writing does not done by random processes, but that the Internet user creats the abbreviations because he knows how to use and shape (even if in some cases this happens without a full understanding conscious) of the phenomena of the language (spoken or written)he takes as a basis.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCurso de Letras(Português)pt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLinguísticapt_BR
dc.subjectFonologiapt_BR
dc.subjectSemânticapt_BR
dc.subjectEscritapt_BR
dc.subjectAbreviaturaspt_BR
dc.subjectInternetpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.titleAbreviaturas utilizadas no internetês: fatores fonológicos (e semânticos)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.description.resumoAbreviar palavras e expressões linguísticas é uma das características do internetês, denominação dada à escrita utilizada na internet. Tal forma de escrita tem suscitado opiniões contrárias quanto ao seu uso. Uma dessas afirmações é a concepção que esta escrita é uma forma de degradação do português, por não apresentar uma organização de estrutura formal. Diante disso, nossa pesquisa teve como objetivo investigar explicações científicas para a formação desse tipo de escrita. Nossa pesquisa configura-se como descritiva, de abordagem qualitativa. Selecionamos um corpus contendo 39 abreviaturas, retiradas em posts e comentários escritos em redes sociais: Instagram, Facebook e na extensão de bate-papo online do Facebook, Facebook Messenger e no aplicativo de mensagem Whatsapp. Utlizamos como base teórica estudos em Fonologia, com destaque para o Modelo Fonólogico Autossegmental e sua concepção de sílaba, utilizando Biondo (1993), Bisol (2010) e Silva (2012) e, para falar sobre o internetês, Ávila; Cox (2008), Komesu (2007), Komesu; Tenani (2009) e Ribeiro(2006). Ao fazer a descrição, análise e interpretação do nosso objeto, foi possível descobrir que existem regularidades na formação das abreviaturas. Identificando-se quatro processos de criação/formação das mesmas. Assim, concluímos que tal escrita não é feita por processos aleatórios, mas que o internauta, ao criar as abreviaturas, sabe utilizar e moldar (mesmo que em alguns casos isso ocorra sem um total entendimento consciente) dos fenômenos da língua (falada ou escrita) que esteja tomando para si.pt_BR
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