Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/18404Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor1 | Gomes, Gustavo Manoel da Silva. | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5701200319717430 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Souza, Rosely Tavares de | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0564331936441135 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Costa, Rodrigo José da | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/0359304098359419 | pt_BR |
| dc.creator | Silva, Gabriela Alves da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-08-18T17:10:39Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-06 | - |
| dc.date.available | 2026-08-18T17:10:39Z | - |
| dc.date.issued | 2024-08-07 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Gabriela Alves da. “A Lei10.639/03 é uma utopia”: análise das práticas de docentes da rede estadual de ensino de Alagoas sobre as relações étnico-raciais. 2024. 70 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) - Unidade Delmiro Gouveia - Campus do Sertão, Universidade Federal de Alagoas, Delmiro Gouveia, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/18404 | - |
| dc.description.abstract | A lei 10639/03 tornou obrigatória a inserção da História das cultura afro-brasileira e africana nos currículos da educação básica e da formação docente e, por isso, se caracteriza como uma das principais formas de combater o racismo que estrutura a sociedade brasileira. O aniversário de 20 anos de promulgação da supramencionada lei desperta o questionamento: como o Ensino de História e Cultura afro-brasileira está sendo aplicado e difundido no cotidiano nas escolas públicas do alto sertão alagoano? Para tentar obter tal resposta, foi feita uma análise que relaciona formação e práticas docentes de alguns dos professores da rede estadual de ensino de uma das escolas situadas em Delmiro Gouveia – AL. Os dados que compõem a pesquisa foram obtidos através da observação de campo e entrevistas semiestruturadas com os professores. A análise desses dados está baseada teoricamente em autores que discutem práticas docentes quanto às relações étnico-raciais, tais como Gustavo Gomes (2020); Adriana Dantas e Gabriela Valente (2021). Diante do que foi observado nas entrevistas e nas aulas acompanhadas, é possível afirmar que esses professores possuem práticas e posicionamentos classificados por Gomes (2020) como intermitentes. As questões raciais se fazem presentes nas suas aulas, mas em momentos extremamente pontuais e específicos, por exemplo, quando o currículo exige que se fale da colonização do território brasileiro e/ou no mês de novembro, quando é celebrada a Consciência Negra. Nossa pesquisa problematiza dados que ponderam algumas variáveis que corroboram para esse processo. Esse quadro ilustra o quanto ainda é desafiador, por diversos motivos profissionais, políticos e culturais, efetivar o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas sertanejas de Alagoas. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Alagoas | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Curso de História - Licenciatura | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFAL | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Ensino de História | pt_BR |
| dc.subject | Relações étnico-raciais | pt_BR |
| dc.subject | Formação e Práticas Docentes | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA | pt_BR |
| dc.title | “A Lei10.639/03 é uma utopia”: análise das práticas de docentes da rede estadual de ensino de Alagoas sobre as relações étnico-raciais | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.description.resumo | A lei 10639/03 tornou obrigatória a inserção da História das cultura afro-brasileira e africana nos currículos da educação básica e da formação docente e, por isso, se caracteriza como uma das principais formas de combater o racismo que estrutura a sociedade brasileira. O aniversário de 20 anos de promulgação da supramencionada lei desperta o questionamento: como o Ensino de História e Cultura afro-brasileira está sendo aplicado e difundido no cotidiano nas escolas públicas do alto sertão alagoano? Para tentar obter tal resposta, foi feita uma análise que relaciona formação e práticas docentes de alguns dos professores da rede estadual de ensino de uma das escolas situadas em Delmiro Gouveia – AL. Os dados que compõem a pesquisa foram obtidos através da observação de campo e entrevistas semiestruturadas com os professores. A análise desses dados está baseada teoricamente em autores que discutem práticas docentes quanto às relações étnico-raciais, tais como Gustavo Gomes (2020); Adriana Dantas e Gabriela Valente (2021). Diante do que foi observado nas entrevistas e nas aulas acompanhadas, é possível afirmar que esses professores possuem práticas e posicionamentos classificados por Gomes (2020) como intermitentes. As questões raciais se fazem presentes nas suas aulas, mas em momentos extremamente pontuais e específicos, por exemplo, quando o currículo exige que se fale da colonização do território brasileiro e/ou no mês de novembro, quando é celebrada a Consciência Negra. Nossa pesquisa problematiza dados que ponderam algumas variáveis que corroboram para esse processo. Esse quadro ilustra o quanto ainda é desafiador, por diversos motivos profissionais, políticos e culturais, efetivar o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas sertanejas de Alagoas. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) - Graduação - HISTÓRIA - UNIDADE DELMIRO GOUVEIA | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| “A LEI 10.639_03 É UMA UTOPIA”_ ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE DOCENTES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE ALAGOAS SOBRE AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS.docx.pdf | 1.75 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.