00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) CEDU - CENTRO DE EDUCAÇÃO Dissertações e Teses defendidas na UFAL - CEDU
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/18231
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisor1Reis, Rosemeire-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3449113858899262pt_BR
dc.contributor.referee1Cavalcante, Valéria Campos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6189537710156188pt_BR
dc.contributor.referee2Orrico, Nanci Rodrigues-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8533164866467731pt_BR
dc.creatorAlmeida, Julya Myrele Rosendo de-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/4941670061812476pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-29T15:41:48Z-
dc.date.available2026-07-29-
dc.date.available2026-07-29T15:41:48Z-
dc.date.issued2025-03-28-
dc.identifier.citationALMEIDA, Julya Myrele Rosendo de. Os desafios da dupla jornada: vivências de jovens mulheres que estudam e trabalham. 2026. 211 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Centro de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://www.repositorio.ufal.br/handle/123456789/18231-
dc.description.abstractThis study aims, in general, to understand the challenges faced by young working student women in the evening Pedagogy program at the Federal University of Alagoas and how these challenges affect their persistence in higher education. Specifically, it seeks to: identify the main difficulties in balancing work and study; evaluate the effectiveness of institutional retention policies; understand the strategies adopted to cope with this double shift; and reflect on the impacts of this accumulation of roles on academic development and the well-being of these students. Furthermore, the study aims to contribute to the discussion on student support, public policies, and equity in higher education based on the experiences of these students. In light of these challenges, the following research question was formulated: what are the main challenges faced by young women who need to balance work with persistence in higher education, and what institutional public policies exist to support them? This is a qualitative study with a (self)biographical focus in education, based on interviews conducted with three evening students between the fifth and sixth semesters of the program. The results indicate that working students face significant challenges in remaining at the university, ranging from physical and mental exhaustion to limited time for study and participation in academic activities. Nevertheless, the desire to obtain a degree and access better opportunities in the future proves to be an essential motivational factor for their persistence. Regarding institutional policies, it was observed that, although student support programs exist, they are not fully effective in meeting the specific needs of these students, who often must forgo moments of rest and leisure to cope with academic and professional demands. Analysis of the narratives revealed that material persistence largely depends on financial aid, such as scholarships, while symbolic persistence is influenced by a sense of belonging and institutional support. However, the workload overload compromises a fully engaged academic experience, hindering participation in research and extension projects. The study concludes that the persistence of working students is characterized by the sacrifice of rest and leisure time and by the search for symbolic support, despite the insufficiency of existing student assistance policies. The findings also emphasize the need for more comprehensive and flexible internal public policies that consider the realities of working students, allowing greater inclusion and support throughout their academic trajectory. Additionally, the study highlights the importance of expanding the debate on conditions for persistence in higher education, especially for working-class women, whose experiences remain underrepresented in academic research.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programMemorial Acadêmicopt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectJovens - Mulherespt_BR
dc.subjectTrabalhadoras e estudantespt_BR
dc.subjectEnsino superiorpt_BR
dc.subjectPesquisa autobiográficapt_BR
dc.subjectChallengespt_BR
dc.subjectYouth - Womenpt_BR
dc.subjectWorker-studentpt_BR
dc.subjectHigher educationpt_BR
dc.subject(Auto)biographical researchpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
dc.titleOs desafios da dupla jornada: vivências de jovens mulheres que estudam e trabalhampt_BR
dc.title.alternativeThe challenges of the double journey: experiences of young women who study and workpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoEste estudo tem como objetivo geral compreender os desafios vivenciados por jovens mulheres trabalhadoras-estudantes do turno noturno do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas e como esses desafios afetam sua permanência na universidade. Para isso, busca-se, por meio dos objetivos específicos: identificar as principais dificuldades na conciliação entre trabalho e estudo; avaliar a eficácia das políticas institucionais de permanência; compreender as estratégias adotadas para lidar com essa dupla jornada; e refletir sobre os impactos desse acúmulo de funções na formação acadêmica e no bem-estar dessas estudantes. Além disso, pretende-se contribuir para o debate sobre assistência estudantil, políticas públicas e equidade no ensino superior, a partir das vivências dessas alunas. Diante dessas dificuldades, formulou-se a seguinte questão de pesquisa: quais são os principais desafios enfrentados por jovens mulheres que precisam conciliar o trabalho com a permanência no ensino superior e quais políticas públicas institucionais existem para apoiá-las? É uma pesquisa qualitativa, com enfoque (auto)biográfico em educação, fundamenta-se nas entrevistas realizadas com três mulheres estudantes do turno noturno, entre o quinto e o sexto período do curso. Os resultados indicam que as estudantes trabalhadoras enfrentam dificuldades significativas para permanecer na universidade, com desafios que vão desde a exaustão física e mental até a limitação de tempo para estudo e participação em atividades acadêmicas. Apesar disso, o desejo de obter um diploma e acessar melhores oportunidades no futuro se mostra um fator motivacional essencial para sua permanência. No que tange às políticas institucionais, verificou-se que, embora existam programas de assistência estudantil, eles não são totalmente eficazes para atender às necessidades específicas dessas estudantes, que frequentemente precisam abdicar de momentos de descanso e lazer para dar conta das demandas acadêmicas e profissionais. A análise das narrativas revelou que a permanência material depende, em grande parte, de auxílios financeiros, como bolsas de estudo, enquanto a permanência simbólica é influenciada pelo sentimento de pertencimento e apoio institucional. No entanto, a sobrecarga de trabalho compromete a vivência acadêmica plena, dificultando a participação em projetos de pesquisa e extensão. As conclusões do estudo identificam que a permanência das trabalhadoras-estudantes é marcada pela abdicação de tempo para descanso e lazer, e pela busca de apoio simbólico, apesar da insuficiência das políticas de assistência estudantil existentes. Reforçam também a necessidade de políticas públicas internas mais abrangentes e flexíveis, que considerem a realidade das estudantes trabalhadoras, possibilitando maior inclusão e suporte durante sua trajetória acadêmica. Além disso, evidencia-se a importância de ampliar o debate sobre as condições de permanência no ensino superior, sobretudo para mulheres da classe trabalhadora, cujas experiências ainda são pouco visibilizadas nas pesquisas acadêmicas.pt_BR
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