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http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17613Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor1 | Mesquita, Marcos Ribeiro | - |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9059784963404615 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Rodrigues, Luciana | - |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8509719364457130 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Hüning, Simone Maria | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/8164811113430157 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Santos, Antônio César de Holanda | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/3624606165128730 | pt_BR |
| dc.creator | Silva, Érick Santos da | - |
| dc.creator.Lattes | https://lattes.cnpq.br/3435289783293585 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-02T14:51:59Z | - |
| dc.date.available | 2027-01-28 | - |
| dc.date.available | 2026-02-02T14:51:59Z | - |
| dc.date.issued | 2025-02-26 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Érick Santos da. Primavera para as rosas negras: a construção e a aprendizagem da afroestima na vida de pessoas negras. 2026. 156 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Instituto de Psicologia, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/17613 | - |
| dc.description.abstract | Esta investigación y este texto exploran el concepto de "afroestima", entendido como una práctica y una herramienta para la (re)afirmación del amor por el cuerpo negro, así como por la historia y la cultura afrobrasileña. Aunque el término ha surgido recientemente en las redes sociales, aquí se propone ir más allá de su aplicación práctica, construyendo el concepto de afroestima a partir de fundamentos teóricos, especialmente desde la historia del Movimiento Negro en Brasil. Desde su origen, este movimiento ha destacado la importancia del cuidado y respeto con los que nosotros, las personas negras, debemos relacionarnos con nuestros propios cuerpos. Mi propuesta en esta investigación es que, en el caso de las personas negras, la autoestima y la afroestima están interconectadas. Considerando las estructuras raciales brasileñas que generan auto-odio en las personas negras, para desarrollar amor propio y autoestima, la población negra necesita primero (re)definir lo que significa ser negro(a), creando nuevos sentidos y significados para un cuerpo históricamente producido para ocupar la marginalidad. El objetivo general de la investigación fue enunciar los parámetros para la construcción y/o aprendizaje de la afroestima en la vida de las personas negras. Para ello, me planteé algunos objetivos específicos: i) presentar las bases y fundamentos de la afroestima desde la historia del Movimiento Negro Brasileño y ii) comprender cómo las personas negras viven la afroestima. Desde un enfoque epistemológico, partí de una epistemología amefricana. Para alcanzar los objetivos propuestos, llevé a cabo conversaciones afroafectivas con personas negras como herramienta metodológica, y utilicé el análisis interseccional como herramienta analítica para examinar estas conversaciones. La investigación reveló cómo los marcadores sociales, como raza, género, clase social y orientación sexual, junto con las dinámicas familiares, interactúan y moldean las trayectorias de las personas negras, creando experiencias únicas de opresión y resistencia. El análisis interseccional de las historias de los participantes demostró las complejidades de las identidades negras, influenciadas por tensiones familiares, transfobia, masculinidades marginalizadas y la lucha contra el racismo y el sexismo. La escuela fue identificada como un espacio donde se reproducen violencias raciales y de género, pero también como un lugar donde pueden surgir la deseducación, el sentido de pertenencia y el amor. Por su parte, la religión y la espiritualidad desempeñaron roles ambivalentes de acogida y resistencia. Elementos como el cabello crespo y el cuerpo negro se destacaron como símbolos de resistencia, pero también como fuentes de dolor y rechazo. La investigación también identificó "semillas de sanación" que posibilitaron la valorización de la negritud, como la universidad, los movimientos sociales y las religiones de matriz africana. La universidad emergió como un espacio de emancipación donde los participantes se reconectaron con sus ancestralidades y fortalecieron su afroestima. Los movimientos sociales, especialmente el Movimiento Negro, ofrecieron acogida y empoderamiento, además de logros estructurales. Las religiones afrobrasileñas brindaron apoyo emocional y espiritual, contribuyendo a la resignificación identitaria. La investigación destacó que, a través de sus prácticas educativas y militantes, los participantes resisten al racismo y otras formas de opresión, promoviendo una transformación social y la construcción de un proyecto político inclusivo e interseccional que valora la afroestima y la dignidad de las poblaciones negras. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | FAPEAL - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Alagoas | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Psicologia | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFAL | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Embargado | pt_BR |
| dc.subject | Movimento Negro Brasileiro (Brasil) | pt_BR |
| dc.subject | Afroestima | pt_BR |
| dc.subject | Autoestima | pt_BR |
| dc.subject | Pertencimento | pt_BR |
| dc.subject | Deseducação | pt_BR |
| dc.subject | Movimiento Negro Brasileño | pt_BR |
| dc.subject | Pertenencia | pt_BR |
| dc.subject | Deseducación | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA | pt_BR |
| dc.title | Primavera para as rosas negras: a construção e a aprendizagem da afroestima na vida de pessoas negras | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa e este texto são encarnados e abordam o conceito de afroestima, compreendido como uma prática e uma ferramenta de (re)afirmação do amor pelo corpo negro e pela história e cultura afro-brasileira. Embora o termo tenha surgido recentemente nas redes sociais, aqui, para além de uma prática, a ideia foi construir o conceito de afroestima a partir de bases teóricas sobretudo, a partir da história do Movimento Negro no Brasil, que já evidenciava, desde sua criação, o carinho com os quais nós, pessoas negras, devemos nos relacionar com nossos próprios corpos. Minha proposta nessa pesquisa, é que, no caso de pessoas negras, autoestima e afroestima estão interligadas, pois, levando em consideração as estruturas raciais brasileiras que geram auto-ódio em pessoas negras, para desenvolver amor por si e uma autoestima, a população negra precisa primeiro (re)definir o que significa ser negra(o), produzindo outros sentidos e significados para esse corpo que foi produzido historicamente para ocupar a margem. O objetivo geral da pesquisa foi enunciar os parâmetros de construção e/ou aprendizagens da afroestima na vida de pessoas negras, para isso assumi alguns objetivos específicos: i) apresentar as bases e os fundamentos da afroestima a partir da história do Movimento Negro Brasileiro e ii) conhecer como pessoas negras vivenciam a afroestima. Como base epistemológica, parti de uma epistemologia amefricana. Para alcançar os objetivos propostos, recorri a realização de conversações afroafetivas com pessoas negras, como ferramenta metodológica, para tanto, assumi como ferramenta analítica a análise interseccional para analisar as conversações afroafetivas. A pesquisa revelou como os marcadores sociais, como raça, gênero, classe social e orientação sexual somado às dinâmicas familiares, interagem e moldam as trajetórias de pessoas negras, criando vivências únicas de opressão e resistência. A análise interseccional das histórias de participantes demonstrou as complexidades das identidades negras, influenciadas por tensões familiares, transfobia, masculinidades marginalizadas e a luta contra o racismo e o sexismo. A escola foi identificada como um espaço de reprodução de violências raciais e de gênero, mas também como um espaço onde a deseducação, o pertencimento e o amor podem acontecer, enquanto a religião e espiritualidade desempenharam papéis ambivalentes de acolhimento e resistência. Elementos como o cabelo crespo e o corpo negro se destacaram como símbolos de resistência, mas também de dor e rejeição. A pesquisa também identificou “sementes de cura” que possibilitaram a positivação da negritude, como a universidade, os movimentos sociais e as religiões de matrizes africanas. A universidade surgiu como um espaço de emancipação, onde os participantes se reconectaram com suas ancestralidades e fortaleceram sua afroestima. Os movimentos sociais, especialmente o Movimento Negro, proporcionaram acolhimento e empoderamento, além de conquistas estruturais. As religiões afro-brasileiras ofereceram suporte emocional e espiritual, contribuindo para a ressignificação identitária. A pesquisa destacou que, por meio de suas práticas educacionais e militantes, os participantes resistem ao racismo e a outras formas de opressão, promovendo uma transformação social e a construção de um projeto político inclusivo e interseccional que valoriza a afroestima e a dignidade das populações negras. | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertações e Teses defendidas na UFAL - IP | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| Primavera para as rosas negras: a construção e a aprendizagem da afroestima na vida de pessoas negras.pdf Until 2027-01-28 | Primavera para as rosas negras: a construção e a aprendizagem da afroestima na vida de pessoas negras | 3.1 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Solictar uma cópia |
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