00 CAMPUS ARISTÓTELES CALAZANS SIMÕES (CAMPUS A. C. SIMÕES) CECA - CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS Dissertações e Teses defendidas na UFAL - CECA
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Tipo: Tese
Título: Estudo fitoquímico e atividade inseticida de composição fitossanitária de Annona squamosa L. e Annona mucosa (Jacq.) Baill. (Annonaceae) para o controle de Plutella xylostella (L., 1758) (Lepidoptera: Plutellidae)
Autor(es): Gomes, Fabiano Leite
Primeiro Orientador: Trindade, Roseane Cristina Predes
metadata.dc.contributor.advisor-co1: Souza, Renan Cantalice de
metadata.dc.contributor.advisor-co2: Soletti, João Inácio
metadata.dc.contributor.referee1: Breda, Mariana Oliveira
metadata.dc.contributor.referee2: Gomes do Nascimento, Ticiano
metadata.dc.contributor.referee3: Freitas, Johnnatan Duarte de
Resumo: Visando investigar o potencial inseticida da família Annonaceae como tática de controle alternativo para o manejo integrado da traça-das-crucíferas, Plutella xylostella (Lepidoptera: Plutellidae), a pesquisa teve por objetivo desenvolver formulações fitossanitárias a partir de uma formulação emulsionável estável do extrato hexânico de sementes de Annona squamosa L. e do extrato etanólico de Annona mucosa Jacq (Annonaceae), avaliar as suas características organolépticas, analisar a estabilidade a curto e longo prazo, estimar as concentrações letais (CL50 e CL99) e avaliar a atividade inseticida na capacidade de oviposição, nos estádios larvais, avaliar persistência do extrato e do formulado emulsionável em semicampo e realizar a prospecção dos constituintes químicos. A estimativa da CL50 e CL99 foi determinada através da fórmula de Bliss (1934) realizada por análise Probit. Para A. squamosa das cinco amostras testadas da emulsão do extrato hexânico de A. squomosa (EHAS) apenas a emulsão 5 mostrou estabilidade e apropriada ao longo dos testes de curta e longa duração para ser utilizada como produto inseticida; a CL50 e CL99 estimadas da EHAS foram de 2,76 e 21,52 μL.mL-1, respectivamente, apresentando toxicidade a P. xylostella; a CL99 da EHAS apresenta efeito ovicida e repelente para oviposição; a CL50 e CL99 da EHAS apresentam eficiência no estádio larval do 1º instar, porém, diminuem a toxicidade nos demais instares; a persistência da toxicidade do EHAS em condição de semicampo com folha destacada é de até 18 e 16 dias para CL50 e CL99, respectivamente; A persistência da toxicidade do EHAS em condição de semicampo na planta inteira é de 16 dias para CL50 e CL99; as partições da FACT e FH foram tóxicas a P. xylostella; através das análises por CLAE-DAD se evidencia a possibilidade de acetogeninas, dentre-as a esquamocina na EHAS, constatado por meio da concentração da área (%) e do comprimento de onda (λ). Para A. mucosa a CL50 e CL99 do extrato etanólico de A. mucosa (EEAM) estimadas foram de 51,64 e 616,2 μL.mL-1, respectivamente; a CL99 do EEAM apresenta efeito ovicida, repelente para oviposição e eficiência no estádio larval do 1º instar; CL50 do EEAM apresenta efeito ovicida e eficiência no estádio larval do 1º instar; a persistência da toxicidade do EEAM apresenta efeito residual de até 8 e 12 dias para CL50 e CL99, respectivamente, em condição de semicampo com folha destacada e com planta inteira é de até 6 e 12 dias para CL50 e CL99, respectivamente; as partições das FHAL, FACT e FCLF foram as mais tóxicas sobre P. xylostella; através das análises por CLAE-DAD se evidencia a presença de acetogeninas, dentre-as a esquamocina na EHAM e alcalóides, constatado por meio da concentração da área (%) e do comprimento de onda (λ) e presença de flavonoides orientina e rutina. Conclui-se que, as espécies de A. squamosa e A. mucosa apresentam ação bioinseticida para o controle de P. xylostella.
Abstract: Aiming to investigate the insecticidal potential of the Annonaceae family as an alternative control tactic for the integrated management of the diamondback, Plutella xylostella (Lepidoptera: Plutellidae), the research aimed to develop phytosanitary formulations from a stable emulsifiable formulation of the hexane extract of Annona squamosa L. and Annona mucosa (Annonaceae) ethanolic extract, evaluate their organoleptic characteristics, analyze long and short term stability, estimate lethal concentrations (LC50 and LC99) and evaluate the insecticidal activity in the capacity of oviposition, in the larval stages, to evaluate the persistence of the extract and of the emulsifiable formulation in the semi-field and to carry out the prospection of the chemical constituents. The estimation of LC50 and LC99 was determined using the Bliss formula (1934) performed by Probit analysis. For A. squamosa of the five samples tested of the emulsion of the hexanic extract of A. squomosa (EHAS) only emulsion 5 showed stability and appropriated along the short and long duration tests to be used as an insecticidal product; the estimated LC50 and LC99 of EHAS were 2.76 and 21.52 μL.mL-1, respectively, showing toxicity to P. xylostella; the LC99 of the EHAS presents ovicidal and repellent effect for oviposition; the LC50 and LC99 of the EHAS show efficiency in the 1st instar larval stage, however, they decrease the toxicity in the other instars; the persistence of EHAS toxicity in semi-field leaf spot condition is up to 18 and 16 days for CL50 and CL99, respectively, while semi-field in whole plant condition is 16 days for CL50 and CL99; the FACT and FH partitions were toxic to P. xylostella; through the analyzes by CLAE-DAD, the possibility of acetogenins, among them the squamocin in EHAS, is evidenced by the concentration of the area (%) and the wavelength (λ). For A. mucosa the LC50 and LC99 of the ethanolic extract of A. mucosa (EEAM) estimated were 51.64 and 616.2 μL.mL-1, respectively; the eeg LC99 shows ovicidal, oviposition repellent and efficiency effects in the 1st instar larval stage; eeg LC50 has ovicidal effect and efficiency in the 1st instar larval stage; the persistence of EEA toxicity shows residual effect of up to 8 and 12 days for LC99 and LC50, respectively, in semi-field condition with detached leaf and with whole plant is of up to 6 and 12 days for LC99 and LC50, respectively; the FHAL, FACT and FCLF partitions were the most toxic on P. xylostella; through the analysis by CLAE-DAD, the possibility of acetogenins, among them the squamocin in EHAM and alkaloids, is evidenced by the concentration of the area (%) and the wavelength (λ) and the presence of flavonoids orientin and rutin. It is concluded that the species of A. squamosa and A. mucosa present biopesticide action for the control of P. xylostella.
Palavras-chave: Annona squamosa
Annona mucosa
Estudo fitoquímico
Controle alternativo
Atividade inseticida
Phytochemical study
Alternate control
Insecticidal activity
Diamondback
CNPq: CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal de Alagoas
Sigla da Instituição: UFAL
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Proteção de Plantas
Citação: GOMES, Fabiano Leite. Estudo fitoquímico e atividade inseticida de composição fitossanitária de Annona squamosa L. e Annona mucosa (Jacq.) Baill. (Annonaceae) para o controle de Plutella xylostella (L., 1758) (Lepidoptera: Plutellidae). 2019. 159 f. Tese (Doutorado em Proteção de Plantas) – Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós Graduação em Proteção de plantas, Universidade Federal de Alagoas, Rio Largo, 2018.
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/5859
Data do documento: 23-fev-2018
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