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dc.contributor.advisor1Campesatto, Eliane Aparecida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3176763728833734pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Bastos, Maria Lysete de Assis-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3793297553098071pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Ednaldo Cavalcante de-
dc.contributor.referee2Campesatto, Eliane Aparecida-
dc.contributor.referee3Bastos, Maria Lysete de Assis-
dc.creatorSantos, Jirliane Martins dos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7902461391175452pt_BR
dc.date.accessioned2015-11-03T20:02:01Z-
dc.date.available2015-11-03-
dc.date.available2015-11-03T20:02:01Z-
dc.date.issued2012-12-21-
dc.identifier.citationSANTOS, Jirliane Martins dos. Estudo do potencial cicatrizante, antimicrobiano e antiedematogênico da Musa paradisíaca L. 2012. 99 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Escola de Enfermagem e Farmácia, Programa de Pós Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufal.br/handle/riufal/1165-
dc.description.abstractThis study is a preclinical research on the use of banana (Musa paradisiacal L.), whose main objective was to evaluate the antimicrobial potential, antiedematogenic, healing and cell viability of the extracts of the leaves and pseudostem of Musa paradisiacal L. Extracts were listed according to the plant part used, Musa 1 (ethanol extract of the leaf), Musa 2 (aqueous extract of the leaf), Musa 3 (ethanol extract pseudostem) and Musa 4 (aqueous extract pseudostem). In vitro tests were conducted cell viability by MTT method - [bromide 3 - (4,5 - dimethylthiazol - 2 - yl) tetrazolium] and for antimicrobial disk diffusion and agar drilling. For in vivo tests were used 36 Wistar rats in the experiment healing and 36 mice in Swis ear edema induced by capsaicin, provided by the Central Animal Laboratory Creation of Federal University of Alagoas, and handled in accordance with standards established by the Commission on Ethics Use of Laboratory Animals. It was found in testing antibiotics on the bacteria Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, and the yeast Candida albicans, the ethanol and aqueous extracts of Musa paradisiacal L. do not inhibit microbial growth. The test was conducted cell viability at concentrations of 100, 200, 1000 and 2000 μg/mL, and showed that extracts at a concentration of 200 μg/mL did not induce cell toxicity in J774 macrophage lineage and in other concentrations there is a variation of cytotoxicity in extracts. The extracts were also tested in vivo experiments to evaluate the potential healing and antiedematogenic leaves and pseudostem of banana. It was found that no significant inhibition of ear edema formation induced by capsaicin, indicating that the extract has anti-inflammatory site. As for the healing of wounds clean, it was found that the extracts have healing action inducing epithelialization of the wound better than the positive control.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Helena Lessa (maria.lessa@sibi.ufal.br) on 2015-11-03T19:52:03Z No. of bitstreams: 1 Estudo do potencial cicatrizante, antimicrobiano e antiedematogênico da Musa paradisíaca L..pdf: 9459653 bytes, checksum: b6612a063c248aab78f59bb5559f22cb (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Maria Helena Lessa (maria.lessa@sibi.ufal.br) on 2015-11-03T20:02:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Estudo do potencial cicatrizante, antimicrobiano e antiedematogênico da Musa paradisíaca L..pdf: 9459653 bytes, checksum: b6612a063c248aab78f59bb5559f22cb (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-11-03T20:02:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Estudo do potencial cicatrizante, antimicrobiano e antiedematogênico da Musa paradisíaca L..pdf: 9459653 bytes, checksum: b6612a063c248aab78f59bb5559f22cb (MD5) Previous issue date: 2012-12-21en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Alagoaspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempt_BR
dc.publisher.initialsUFALpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectBananeirapt_BR
dc.subjectCicatrizaçãopt_BR
dc.subjectPesquisa em Enfermagempt_BR
dc.subjectAntimicrobianospt_BR
dc.subjectViabilidade celularpt_BR
dc.subjectNursingpt_BR
dc.subjectBananapt_BR
dc.subjectWound healingpt_BR
dc.subjectNursing Researchpt_BR
dc.subjectAntimicrobialspt_BR
dc.subjectCell viabilitypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
dc.titleEstudo do potencial cicatrizante, antimicrobiano e antiedematogênico da Musa paradisíaca L.pt_BR
dc.title.alternativeStudy of the potential healing, antimicrobial and antiedematogenic of Musa paradisiacal L.pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.resumoEste estudo é uma pesquisa pré-clínica sobre o uso da bananeira (Musa paradisíaca L.), cujo objetivo principal foi avaliar o potencial antimicrobiano, antiedematogênico, cicatrizante e viabilidade celular dos extratos das folhas e do pseudocaule da bananeira Musa paradisíaca L. Os extratos foram enumerados de acordo com a parte da planta utilizada, Musa 1 (extrato etanólico da folha), Musa 2 (extrato aquoso da folha), Musa 3 (extrato etanólico do pseudocaule) e Musa 4 (extrato aquoso do pseudocaule). Os testes in vitro realizados foram de viabilidade celular pelo método MTT - [brometo de 3 – (4,5 – dimetiltiazol – 2 – il) tetrazólio] e antimicrobiano por disco-difusão e perfuração em ágar. Para os testes in vivo foram utilizados 36 ratos Wistar no experimento de cicatrização e 36 camundongos Swis no edema de orelha induzido por capsaicina, disponibilizados pelo Biotério Central de Criação da Universidade Federal de Alagoas, e manipulados de acordo com normas estabelecidas pela Comissão de Ética para Utilização de Animais de Laboratório. Constatou-se nos testes antimicrobianos frente às bactérias Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, e ao fungo Candida albicans, que os extratos brutos etanólicos e aquosos da Musa paradisíaca L. não inibem o crescimento microbiano. O teste de viabilidade celular foi realizado nas concentrações de 100, 200, 1000 e 2000 μg/mL e mostrou que os extratos na concentração de 200 μg/mL não induzem toxicidade celular em macrófagos da linhagem J774 e nas demais concentrações há variação de citotoxicidade nos extratos. Os extratos também foram testados em experimentos in vivo a fim de avaliar o potencial cicatrizante e antiedematogênico das folhas e pseudocaule da bananeira. Verificou-se que não há inibição significativa na formação de edema de orelha induzido por capsaicina, indicando que os extratos não tem ação anti-inflamatória local. Quanto à cicatrização de feridas limpas, verificou-se que os extratos tem ação cicatrizante induzindo a epitelização da ferida melhor que o controle positivo.pt_BR
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